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dc.contributor.authorFaria, Daniel Luporini
dc.date.accessioned2014-04-22T16:01:12Z
dc.date.available2014-04-22T16:01:12Z
dc.date.issued2012
dc.identifier.issn1984-9605
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/123456789/2821
dc.descriptionFilosofia e Educação, vol. 4, no. 2es_ES
dc.description.abstractNo presente artigo, pretende-se analisar criticamente as ideias de Marcos Barbosa de Oliveira expressas em seu livro Da ciência cognitiva `a dialética. Na referida obra, partindo de seu conceito de prognoplasia ou transformação cognitiva, Oliveira sugere que a ciência cognitiva deveria ser dividida em ciência cognitiva natural e ciência cognitiva cultural; isto porque a prognoplasia seria um fenômeno capaz de transformar em culturais aspectos pertinentes às ciências naturais. Desenvolvido inicialmente por Popper, tal fenômeno, chamado por ele de efeito Édipo, segundo a argumentação de Oliveira tenderia a transformar o homem num ser robotizado (tendo em vista uma polêmica declaração de Dennett).es_ES
dc.language.isootheres_ES
dc.publisherUniversidade Estadual de Campinases_ES
dc.subjectCogniciónes_ES
dc.subjectConocimientoes_ES
dc.titlePoderia a ciência cognitiva ser dividida entre natural e cultural?es_ES
dc.typeArticlees_ES


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